A história do lugar
Teatro Polytheama
O Polytheama abriu as portas em 13 de dezembro de 1911, ainda como Pavilhão Polytheama, e logo se tornou um dos maiores teatros do interior paulista.
A reforma de 1928 deu ao prédio a fachada que conhecemos hoje, um novo andar e o equipamento para projeção de filmes. Por décadas, foi palco de espetáculos, cinema e encontros da cidade.
Com a chegada da televisão, o público diminuiu e o teatro fechou em 1975.
O prédio passou ao patrimônio municipal e ganhou um projeto de recuperação assinado pela arquiteta Lina Bo Bardi, a mesma do MASP, depois desenvolvido pelo escritório Brasil Arquitetura.
A reabertura veio em 1996, com as galerias em ferradura, a madeira aparente e o azul intenso que viraram marca do espaço.
Desde 2012 o Polytheama é tombado pelo CONDEPHAAT e abriga a Orquestra Municipal de Jundiaí, a Cia. de Teatro e a Cia. Jovem de Dança.
O desafio da pintura
Pintar o Polytheama é trabalhar dentro de uma obra de arquitetura assinada. O azul das galerias faz parte do projeto, a madeira dos guarda-corpos não pode receber nenhuma marca e o piso precisa sair da obra do jeito que entrou.
A equipe da Tico Pinturas trabalhou com recortes à mão, proteção completa do piso e escadas posicionadas para alcançar as paredes curvas das galerias com segurança.















